BBB 20 bate recordes, consagra mulheres e discute feminismo e racismo

O resultado se reflete na audiência, que teve média de 24 pontos no PNT (Painel Nacional de Televisão)
Texto: Folhape
Manu Gavassi, Rafa Kalimann ou Thelma Assis. Quem será a grande campeã da edição comemorativa do Big Brother 20? Independentemente de quem o público escolher para levar o prêmio de R$ 1,5 milhão nesta segunda-feira (27), a Globo comemora o sucesso da atual temporada, que já é considerada histórica ao bater recordes, consagrar as mulheres e discutir temas como feminismo e racismo.
O resultado se reflete na audiência, que teve média de 24 pontos no PNT (Painel Nacional de Televisão), quatro a mais que o BBB 19 (cada ponto do Kantar Ibope equivale a 260.558 domicílios). “O clima de Copa do Mundo, com pessoas gritando nas varandas foi algo que me surpreendeu muito”, diz o apresentador Tiago Leifert.
É claro que a quarentena adotada em grande parte do país por causa do novo coronavírus em meados de março deu uma forcinha ao programa. Sem novelas, programas inéditos e campeonatos de futebol, o Big Brother se tornou a única novidade para se ver na TV aberta.
